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Benchmarking: o que é e como fazer

Já ouviu falar que a grama do vizinho é sempre mais verde? Pois bem. Se na vida social costumamos “prestar a atenção nos outros”, não seria diferente no trabalho. O benchmarking é uma ferramenta valiosa, pois é um processo que visa avaliar a concorrência.

Que tal nos aprofundarmos mais nesse assunto (e também na grama do vizinho)? Veja a importância disso nesse artigo.

O que é benchmarking?

Quem não sabe para onde vai, não chega a lugar nenhum. Provavelmente isso já foi escrito aqui no blog em algum lugar e quando falamos em benchmarking estamos falando sobre saber onde ir.

O benchmarking é uma prática que visa a pesquisa de empresas do mesmo setor, com o objetivo de analisar se o desempenho de sua empresa se equipara ao dessas empresas. Do inglês “benchmark”, que significa referência, é uma ferramenta de gestão essencial para melhorar processos, produtos e serviços.

No marketing digital isso fica mais evidente, pois a análise pode ser feita com maior velocidade e o feedback é muito mais rápido. É possível, por conta das características do digital, fazer ajustes mais rapidamente.

Assim, o benchmarking, como um ponto de referência, ajuda a identificar os KPI’s (indicadores-chave de performance) que são importantes para o setor, o que permite melhor avaliação para correção de rumos.

Qual a importância do benchmarking?

Primeiramente, é importante ter em mente que o benchmarking é essencial e é uma forma de comparação. Mas não basta aplicar as mesmas estratégias que outras empresas, se elas não podem ser aplicadas à sua, seja pelo momento em que sua empresa vive, ou por investimentos, etc. Além disso, alguns concorrentes podem estar trabalhando errado.

Esse primeiro ponto já é importante, pois uma análise do mercado pode mostrar caminhos para não trilhar. Por outro lado, analisar empresas que estão indo bem pode indicar formas de trabalhar. O benchmarking permite que a empresa “pense fora da caixa”, buscando a excelência nos negócios na competitividade.

Outros pontos podem ser importantes:

  • Ter mais conhecimento de mercado;
  • Abrir novas frentes que sua empresa não imaginava;
  • Aprender com o erros de empresas com mais experiência;
  • Melhorar processos e práticas para chegar mais próximo a empresas mais bem estabelecidas;
  • Entender quais projetos podem ser aplicados ou até aprimorados;
  • Mostrar à equipe que metas podem ser alcançadas, já que seus concorrentes já podem ter chegado lá.

No mercado digital, alguns pontos são muito importantes naquilo que chamamos de benchmarking digital. Entender um funil de vendas e suas taxas de conversão, por exemplo. Quanto paga um concorrente por um clique ou quanto investe em mídia paga (algumas ferramentas, como o SimilarWeb permitem avaliar o quanto de tráfego pago determinado site possui).

Assim, é importante separar o joio do trigo. Mas sempre será positivo analisar o mercado e os concorrentes.

Como fazer benchmarking

A web permite que façamos uma pesquisa direta daquilo que acontece no mercado. Assim, você pode ter como ponto de partida a simples análise da presença digital de concorrentes, visitante o site, analisando blog, mídias sociais e fazendo pesquisas por palavras-chave no seu mercado.

Como citado acima, algumas ferramentas desempenham um papel bacana para análise de benchmarking. Outra delas é o Benchmarking de Funil de Vendas da Resultados Digitais, onde você pode comprar métricas do seu segmento. Se você dispara e-mails marketing, também poderá usar outra ferramenta da empresa, o Benchmarking de métricas de Email Marketing.

Outras ferramentas bem interessantes são o WooRank e o SEOQuake, que avaliam também a parte técnica de um site e podem ser usadas para identificar boas práticas da concorrência.

Existem outras formas, como a participação em eventos do setor, onde estão todos no mesmo lugar, visitas presenciais (não necessariamente em um concorrente) e até mentorias.

Tipos de benchmarking

Existem cinco tipos de benchmarking mais comuns:

Benchmarking interno: tem o objetivo de buscar melhorias dentro da empresa e filiais, caso as possua;

Benchmarking competitivo: o objetivo aqui é uma análise dos concorrentes, pretendendo superá-lo. Isso pode ser feito em alguns pontos, pois muitas informações que internas que poderiam ser necessárias dificilmente serão encontradas;

Benchmarking cooperativo: empresas do mesmo segmento, mas que não sejam concorrentes diretas podem compartilhar informações, com o intuito de melhorar suas performances. Empresas maiores também podem abrir portas para outras que procuram inspiração, como acontece no Vale do Silício, por exemplo, em visitas às grandes do setor de tecnologia;

Benchmarking funcional: nesse caso, empresas que não são necessariamente do mesmo segmento podem ser comparadas em relação à gestão financeira, por exemplo.

Benchmarking genérico: a empresa pode procurar por outra que possua processos semelhantes, mas que também não seja necessariamente do mesmo segmento. A comparação pode ajudar a reestruturar áreas que possuem características parecidas.

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